Na unidade Interprint, São José dos Pinhais – PR um dos pratos do cardápio vinha sendo pouco aceito pelos colaboradores. Sobras voltavam quase inteiras à cozinha, dia após dia, um sinal claro de que algo no prato não estava funcionando para aquele público.
Em vez de simplesmente repetir a receita até a rejeição diminuir, a cozinheira Joyce, da equipe Maná alocada na unidade, propôs uma alternativa. A nova receita manteve a mesma gramatura, o mesmo custo e o mesmo valor nutricional exigidos pelo contrato, mudando apenas o modo de preparo e o tempero para se aproximar do gosto real daquele grupo de colaboradores.
O resultado apareceu rápido. O desperdício daquele prato caiu a zero e a aceitação foi tão boa que ele deixou de ser uma opção eventual e passou a fazer parte fixa do cardápio da unidade.
Esse tipo de decisão só é possível porque a Maná do Brasil forma suas equipes de cozinha pela Universidade Corporativa da Maná com autonomia para resolver problemas reais no dia a dia, sem depender de uma aprovação distante da rotina da unidade. É a diferença entre seguir uma ficha técnica e entender para quem se está cozinhando.
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